Sugestões
Aplicações
Produtos Sugeridos
Segmentos
Produtos
O processo de trefilação reduz diâmetro de vergalhão ou fio através de série de matrizes de carbeto de tungstênio ou aço ferramenta. A seleção de óleo lubrificante exerce influência crítica na vida útil da ferramenta, qualidade superficial do fio trefilado e produtividade de linha. A decisão entre óleos com perfil predominantemente lubrificante versus refrigerante depende de análise técnica de carga de redução, material trefilado e objetivo operacional (maximizar vida útil ou produtividade).
Aços de baixo carbono (<0,3%) e latões (Cu-Zn) exigem óleos com estabilidade de pressão extrema (EP/AW) para carregar a zona plástica. Alumínio, mais dúctil, permite uso de óleos com perfil menos agressivo. Cobre e suas ligas demandam cuidado adicional com reatividade química do óleo base (óleos com alto teor de enxofre ativo podem causar embrittlement).
Redução de 20% a 30% por passe demanda lubrificação com propriedades moderadas de refrigeração e adesividade. Redução acima de 40% em passes subsequentes exige óleo de alta pressão extrema para suportar aumento de temperatura de contato (200°C a 300°C) e deformação plástica acelerada.
Aço ferramenta comum suporta temperatura máxima de 600°C; carbeto de tungstênio resiste até 900°C. Revestimento PVD (TiN, TiAlN) oferece proteção térmica adicional. Ferramentas revestidas toleraram óleos de maior viscosidade sem desgaste acelerado.
Selecionar óleo com perfil predominantemente lubrificante: viscosidade ISO VG 100 a 150, aditivos antidesgaste (ZDDP), redutores de atrito (MoS₂, PTFE). Reduz velocidade de trefilação para 20 a 50 m/s conforme diâmetro inicial, prolonga vida da ferramenta em 100% a 200%. Aplicável em produção contínua de fios de alta precisão.
Selecionar óleo com propriedades de refrigeração acentuada: viscosidade ISO VG 46 a 68, alta capacidade de troca térmica, aditivos extrema pressão (fósforo, enxofre ativo). Aumenta velocidade de trefilação para 80 a 200 m/s, acelerando ciclo produtivo em 50% a 100%. Aceita desgaste acelerado de ferramenta, compensado por maior throughput.
O óleo deve aderir à superfície metálica em alta velocidade relativa. Teor de água livre não deve exceder 100 ppm (reduz adesão dramaticamente). Óleos com aditivos melhoradores de adesividade (fatty acids, polímeros orgânicos) mantêm filme em passe de alta redução.
viscosidade cinemática 40°C deve situar-se em 50 a 150 cSt conforme taxa de redução. Índice de viscosidade superior a 90 reduz variação em ciclo completo de trefilação. Flutuação de viscosidade > 20% causa inconsistência de qualidade superficial.
Testes de corrosão (ASTM D130 – Copper Strip) devem resultar em classificação 1a ou 1b (sem descoloração). Óleos com compostos enxofre reativo podem causar oxidação superficial em cobre, prejudicando condutividade de fios trefilados.
Análise periódica de óleo em uso (a cada 500 m de fio trefilado): TAN (número de ácido total), viscosidade cinemática, contagem de partículas por ISO 4406, water content. Aumento de TAN acima de 0,5 mgKOH/g indica oxidação e recomenda troca de óleo. viscosidade variando > 20% indica contaminação com óleo de máquina ou emulsão de água.
Seleção técnica de óleo para trefilação balanceia vida útil de ferramenta versus produtividade de linha, fundamentada em análise de carga de redução, material trefilado e propriedades específicas de lubricidade.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Etiam sit amet sapien ac sem tincidunt mattis.
Fale com um especialista e encontre a melhor solução para sua operação de forma rápida e eficiente.
Peça um orçamento personalizado e receba uma proposta ideal para as necessidades da sua empresa.
Receba conteúdos técnicos, novidades do setor e insights sobre óleos lubrificantes industriais diretamente no seu e-mail. Fique por dentro de soluções que aumentam desempenho, proteção e eficiência dos seus equipamentos.
Fale com a gente pelo WhatsApp

